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CUT contesta gastos com pessoal

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A ação movida pelo Ministério Público Estadual (MPE) para que o governo do Estado cumpra a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) repercutiu entre a classe trabalhadora. Ontem, quem contestou os números apresentados foi diretor de formação da Central Única dos Trabalhadores em Alagoas (CUT/AL), Izac Jacson. Ele alegou que não há razões para ?pânico? envolvendo as contas apresentadas e afirma haver um ?equívoco? na forma em que o cálculo é feito, que acaba induzido a um erro. ?As contas nunca foram, nem nunca comprometeram os 49% que é o teto previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal. A questão é que não se abate a contribuição do servidor?, argumentou Izac. Ele disse, ainda, que há pelo menos duas ações tramitando no MPE, na qual a CUT apresenta documentos que confirmam que, em Alagoas, o método do cálculo é diferente de todas demais unidades federativas. Para Izac, há um ?erro? de método que origina ?por tabela? uma sucessão de más interpretações. ?O maior problema é que o cálculo do que entra não coloca como receita a contribuição do servidor de 11%. Ou seja, fica fora da receita bruta. Como consequência não aparece na receita corrente líquida. Por outro lado, inclui na folha os gastos com ativos e inativos?, explicou. Deste modo, conforme analisa, os dados ficam desproporcionais de 2 para 1, ou seja dois débitos e um crédito. ?O grave dessa história é que só nós fazemos isso?, lembrou o sindicalista.Com isso, acredita que a medida anunciada de corte de cargos comissionados ?é um corte de palitos? e não resolverá o problema.

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