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Collor defende ind�strias de AL e encaminha solicita��o a Dilma

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Por meio do ministro-chefe da Casa Civil, Aloízio Mercadante, o presidente da Comissão de Infraestrutura e Serviços, senador Fernando Collor (PTB) solicitou à presidente Dilma Rousseff a renovação do regime de contrato diferenciado entre a Companhia Hidro Elétrica do São Francisco (Chesf) e a moderna indústria de base da região nordestina e de Alagoas. Na audiência, realizada ontem à tarde, Collor destacou que a não renovação vai triplicar o valor do fornecimento de eletricidade para o segmento, impactando negativamente na geração de emprego e renda. ?Na audiência, Mercadante informou que a presidente Dilma determinou que o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, encontre uma solução para a situação. Trata-se de uma reivindicação justa para o setor produtivo alagoano e nordestino. Essa ação integrada da bancada federal visa à proteção dos contratos vigentes dos consumidores industriais de energia, que apostam na gestão do governo federal para preservar seus níveis de produção e, consequentemente, os empregos de milhares de trabalhadores?, assegurou Collor. A Presidência da República vetou o artigo 6º da Medida Provisória 656, que dispõe sobre a relação especial de fornecimento da Chesf com indústrias de base. O artigo da MP garantia a prorrogação dos incentivos de 2015 para 2042. No encaminhamento feito à presidente, Collor demonstrou a importância de o segmento permanecer com o contrato diferenciado. Com o veto, a MP volta a tramitar no Congresso Nacional. ?Estamos trabalhando para que o contrato seja renovado o quanto antes, preservando o desenvolvimento da região Nordeste?, complementou o senador. As empresas da Moderna Indústria de base são responsáveis por 20% do Produto Interno Bruto (PIB) ? R$ 16 bilhões ? da região Nordeste e cerca de 145 mil empregos diretos. Em Alagoas, a Braskem, que possui unidades em Maceió e Marechal Deodoro, pode sofrer com o fim do incentivo, afetando cadeias produtivas, como a da Química e a do Plástico. Somente a planta de PVC, localizada no bairro do Pontal da Barra, na capital, consome 45% de toda a energia comercializada pela Eletrobras Distribuição Alagoas.

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