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Urbaniza��o da �rea depende do empenho do governo do Estado

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Há escombros de escolas, posto de saúde, prédios abandonados e obras de contenção de encostas. Com tantos malfeitos, o Reginaldo pode muito bem ser visto como ?o Vale dos Elefantes Brancos?. Em meio ao cemitério de recursos públicos que se tornou o vale, é a secretária Aparecida quem precisa pegar a pá de coveiro para desenterrar os projetos abandonados, alguns natimortos ou até abortos, como o conjunto de prédios atingidos por um deslizamento de barreira, próximo à ponte da Rodoviária. O trabalho de contenção de encostas foi mal feito e precisa de uma nova licitação. ?A gente refez os projetos e já encaminhou?, diz Aparecida. Só assim para avançar na construção dos prédios. O cadastramento iniciado ainda em 2007 registrou 1.512 famílias. Até hoje, foram entregues ínfimos 180 apartamentos na área 1. ?Precisamos tratar logo as encostas para a habitação fluir?. Segundo Aparecida, a área 2 está em obras, com 96 apartamentos. A área 7, com 71 imóveis segue interrompida, sem prazo para reinício. O governador cobra empenho máximo, e a secretária está confiante. O que mais emperra os serviços é o atraso nas desapropriações por causa do questionamento das indenizações na Justiça. Para Aparecida, a pior fase já foi superada e quase todos os casos, julgados. ?Esta obra é gigantesca. Se você olhar para ela como um todo não consegue fazer, então temos que tocá-la por partes?, afirma. Desde o início, a prefeitura ficou responsável pelos serviços de esgotamento sanitário, abastecimento d?água, energia elétrica, drenagem e o eixo viário. Ao Estado, cabem as indenizações, cadastro das famílias para o aluguel social, contenção de encostas, habitações e equipamentos comunitários.

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