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Esc�ndalo na Petrobras arranhou imagem do PT

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Quanto ao PT, que há muito não é vanguarda no processo de debate, deixou escapar que pode trabalhar nomes como o de Joaquim Brito ou do ex-deputado Judson Cabral para o pleito. Cabral ? tido sempre como um nome de fácil aceitação até pela classe média ? no momento teria que encarar a passagem do partido no escândalo da Petrobras, enquanto Joaquim Brito teria que abrir mão da cômoda posição de secretário no governo de Renan Filho (PMDB). Por isso, conforme apurou a Gazeta, só sai para a disputa com o aval do senador Renan Calheiros (PMDB). O problema é que o presidente do Senado anda às turras com a presidente Dilma Rousseff, o que pode provocar rachas também em Alagoas. Diante desse cenário, ficaria mais fácil para manter o acordo nascido na formação da chapa encabeçada por Renan Filho, que tem Luciano Barbosa como vice-governador. Conforme se repercute nos bastidores, a chapa puro sangue não surgiu apenas por conta da incapacidade do partido em negociar espaço com os outros partidos, mas do combinado para ?catapultar? Luciano Barbosa como candidato a Prefeito de Maceió. NA ESPERA O PTB do senador Fernando Collor também não pode ser considerado fora da discussão majoritária. Segundo o ex-deputado Antônio Carlos Chamariz, o partido segue a orientação do seu líder. ?Sou um soldado fiel, por isso vou aguardar as orientações do nosso senador Collor. Mas entendo que já está na hora de se discutir sim?, comentou Chamariz. Integrante do chamado ?grupo vitorioso?, como preferiu definir o ex-deputado e ex-secretário Eduardo Bomfim, o que tem que ser avaliada é a conjuntura que uniu forças do campo neoliberal.

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