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Programa de Prote��o a Testemunhas est� parado

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Do total de pessoas protegidas atualmente pelo Estado, doze são cidadãos comuns que demandam o trabalho exclusivo de 26 policiais. Os demais são juízes, promotores e três ex-governadores amparados pela legislação ? Teotonio Vilela Filho, Ronaldo Lessa e Manoel Gomes de Barros. A quantidade não é vista como exagero pelo presidente do Conseg, mas ele concorda que ela gera um peso para o efetivo policial do Estado, que já é deficitário. ?Em Alagoas, não temos excesso de segurança individualizada, mas o nosso grande problema hoje é o Provita?, afirmou Brêda, referindo-se ao Programa Nacional de Proteção às Vítimas e Testemunhas Ameaçadas, que hoje está parado pela falta de renovação do convênio com o governo federal. O Provita, que dá abrigo e apoio às pessoas ameaçadas, é gerenciado pelo governo federal e executado por ONGs parceiras dos estados conveniados. Implantado pela primeira vez em Alagoas no ano de 2008, essa não é a primeira vez que o programa é interrompido. ?O programa federal está aí, mas em Alagoas está meio travado e nós ficamos correndo atrás de locais para colocar as pessoas ameaçadas?, diz o juiz.

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