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Nº 5730
Política

Macei� tem mais de 80 mil analfabetos

“Maceió é pioneira em identificar fatores do analfabetismo de jovens e adultos”, reconheceu Rafael Osório, diretor do Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC). O instituto de pesquisas é responsável pelo resultado do diagnóstic

Por | Edição do dia 18/08/2015 - Matéria atualizada em 18/08/2015 às 00h00

“Maceió é pioneira em identificar fatores do analfabetismo de jovens e adultos”, reconheceu Rafael Osório, diretor do Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC). O instituto de pesquisas é responsável pelo resultado do diagnóstico preliminar da primeira etapa da pesquisa sobre o analfabetismo em Maceió, que foi apresentado ontem. “É uma experiência inovadora e Maceió sai na frente e não vai desenvolver política pública no escuro”, destacou o pesquisador, relatando que não há registro de outro município ou Estado que tenha feito esse levantamento. Para o representante do IPC, esta etapa é de contextualização e descrição densa por meio de base de dados. Com base nela, Maceió poderá dimensionar sua realidade na área. “Segundo dados do Censo, há 80 mil pessoas analfabetas em Maceió. Além disso, existe a necessidade de combater o analfabetismo para atingir a meta do Plano Nacional de Educação (PNE), por exemplo, mas estamos aqui para, com o apoio dos dados e da equipe técnica, desenvolver uma proposição de política de educação de jovens e adultos”, completou Osório. Apesar de validar dados conhecidos, como o alto número de analfabetos, a pesquisa aponta um resultado significativamente positivo: na capital, os estudantes que têm acesso à Rede Municipal de Ensino e que estão em idade escolar correta são devidamente alfabetizados. Para a secretária de Educação, Ana Dayse Dorea, este indicador é reflexo das ações do Viva Escola, programa de reestruturação da Rede de Maceió. Entretanto, para a gestora, o maior desafio está em alfabetizar os jovens e os adultos.

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