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Política

Prefeitos de AL e SE se unem contra a crise

A partir de setembro prefeituras de Alagoas e Sergipe vão promover novas demissões e cortes de despesas inclusive em setores vitais como saúde e educação. Além disso, farão manifestações como: fechar as sedes administrativas, bloquear rodovias, mobilizaçõ

Por | Edição do dia 23/08/2015 - Matéria atualizada em 23/08/2015 às 00h00

A partir de setembro prefeituras de Alagoas e Sergipe vão promover novas demissões e cortes de despesas inclusive em setores vitais como saúde e educação. Além disso, farão manifestações como: fechar as sedes administrativas, bloquear rodovias, mobilizações públicas entre outros atos políticos. A ideia da unificação do “setembro vermelho” das prefeituras tem dois objetivos: esclarecer à população os motivos que levaram a queda na qualidade dos serviços públicos prestados e chamar a atenção dos governos federal e estaduais para a crise econômica-financeira provocada pelos contingenciamentos (cortes) das verbas públicas e no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Movimento semelhante já acontece em prefeituras do Rio Grande do Norte e Paraíba. A Confederação Nacional dos Municípios (CNM) confirma que o “setembro vermelho” não é um movimento contra governos. Inclusive a maioria dos prefeitos é contra definir as manifestações como “setembro vermelho”. Os administradores afirmam que os atos são demonstrações de “desespero”. O que eles querem é recompor o orçamento, principalmente das pequenas prefeituras que são totalmente dependentes do repasse do FPM. O movimento conta com adesão política das Câmaras de Vereadores e Assembleias Legislativas. As bancadas federais apoiam, mas não participam diretamente das mobilizações. Os Tribunais de Justiça, de Contas e Ministérios Públicos estaduais acompanham as mobilizações, ouvem as reclamações das prefeituras e recomendam bom senso e cortes em despesas supérfluas com dinheiro público.

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