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Nº 5730
Política

Ministro garante recursos para projeto no Estado

A convite do líder do bloco parlamentar União e Força, senador Fernando Collor (PTB), o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, foi até o Senado Federal debater com os senadores sobre o cronograma das grandes obras que são realizadas pelo governo

Por | Edição do dia 02/09/2015 - Matéria atualizada em 02/09/2015 às 00h00

A convite do líder do bloco parlamentar União e Força, senador Fernando Collor (PTB), o ministro da Integração Nacional, Gilberto Occhi, foi até o Senado Federal debater com os senadores sobre o cronograma das grandes obras que são realizadas pelo governo federal no País, entre elas o Canal do Sertão, em Alagoas. No encontro, Collor mostrou preocupação com uma possível redução de recursos do governo federal para a obra em Alagoas e, diante do apelo, o ministro assegurou que os recursos para a continuidade do Canal do Sertão estão assegurados. De acordo com Collor, o Canal do Sertão é uma das mais importantes obras federais de infraestrutura hídrica no Nordeste brasileiro. Ele lembrou que sua finalidade é aumentar a disponibilidade de água para as regiões do Sertão e Agreste de Alagoas, recorrentemente assoladas pela estiagem. “O ministro Gilberto Occhi me confirmou que não haverá interrupção das obras do Canal do Sertão, inclusive, um trecho de 30 km poderá ser inaugurado até o final de setembro”, revelou Collor. O secretário Nacional de Infraestrutura Hídrica, Oswaldo Garcia, e os senadores Douglas Cintra(PTB-PE) e Blairo Maggi(PR-MT) também participaram da reunião com o ministro. O senador destacou ainda que a conclusão da obra poderá reverter, finalmente, o cenário em que se encontram atualmente as regiões castigadas historicamente pela seca, proporcionando o desejado desenvolvimento. “O empreendimento tem por objetivo maior desenvolver a economia regional, pela melhoria das condições de abastecimento humano e dos perímetros de irrigação, pelo desenvolvimento da piscicultura e do agronegócio, bem como pelo remanejamento das adutoras coletivas existentes”, ponderou.

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