Política
Collor integra grupo seleto dos mais influentes
O senador Fernando Collor (PTB) está, mais uma vez, entre os 100 parlamentares mais influentes do Congresso Nacional, segundo a lista divulgada pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). A seleção leva em consideração a real influência que cada parlamentar exerce nos processos decisórios e sobre os demais parlamentares. Ao longo dos últimos oito meses, Collor pautou, com pronunciamentos no Senado e confecção de estudos, a discussão sobre reforma política e a maioridade penal. Esta é a 22ª edição da seleção ?Cabeças do Congresso?, e tem como base o acompanhamento dos trabalhos parlamentares, no período de fevereiro a julho de 2015. Collor, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), e o deputado federal Maurício Quintella (PR) são os únicos alagoanos na lista, formada por 62 deputados e 38 senadores. Entre os senadores, estão Eunício Oliveira (PMDB-CE), Cristovam Buarque (PDT-DF), Aécio Neves (PSDB), Humberto Costa (PT-PE) e Acir Gurgacz (PDT-GO). Os parlamentares que integram esse grupo seleto estão classificados em cinco categorias, de acordo com as habilidades de cada um: debatedores, articuladores/organizadores, formuladores, negociadores e formadores de opinião. Fernando Collor foi classificado na categoria ?formadores de opinião?, que são, segundo o Diap, parlamentares que por sua respeitabilidade, credibilidade e prudência, chamados a arbitrar conflitos ou conduzir negociações políticas de grande relevância. Ainda segundo o Diap, os parlamentares ?formadores de opinião? são políticos experientes, com trânsito fácil entre as diversas correntes e segmentos representados no Congresso e visão abrangente dos problemas do País, cuja opinião sobre o assunto influencia fortemente a decisão dos demais parlamentares. ?Constituem a elite do Poder Legislativo, embora não precisem, necessária e institucionalmente, estar em postos-chave, como liderança formal ou presidência de uma das Casas do Congresso. São os que se pode chamar de líderes de alta patente, respeitados e legitimados pelo grupo ou corrente política que lideram?, reforça o Diap.