loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 06/08/2026 | Ano | Nº 6282
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Política

Política

Governo quer terceirizar parte dos �rg�os p�blicos

Ouvir
Compartilhar

As secretarias e empresas públicas do Estado de Alagoas deficitárias serão extintas, agregadas a outras pastas ou privatizadas em 2016. As autarquias têm que ser autossuficientes, defendem os secretários das áreas econômicas do governo. Dentre as repartições deficitárias que a equipe do governador Renan Filho (PMDB) estuda privatizar estão: o Centro de Convenções Ruth Cardoso; a deficitária Companhia de Saneamento e Abastecimento de Água (Casal) e o também deficitário Laboratório Industrial Farmacêutico de Alagoas (Lifal), que há mais de dez anos vive fechado e com uma produção pífia. Também ventila-se o mesmo destino para a gestão da Ceasa (Mercado da Produção), Ipaseal e Ideral. A Central Única dos Trabalhadores (CUT/AL) e o Sindicato dos Urbanitários acompanham a movimentação do governo estadual e prometem lutar contra as privatizações. ?O que eles querem na verdade é entregar as empresas públicas para os empresários administrarem. Isto será ruim para os servidores e para a população. A CUT vai reagir?, ameaçou a presidente da Central em Alagoas, Rilda Maria Alves. As privatizações de autarquias ainda são temas reservados dentro do governo. Porém, foram confirmadas à Gazeta pelo secretário de Planejamento, Gestão e Patrimônio de Alagoas, Cristhian Teixeira. ?Os estudos estão bem avançados. A privatização não é a primeira opção. Mas é uma possibilidade para os órgãos deficitários?. NA ASSEMBLEIA A privatização da Casal chegou a tramitar na Assembleia Legislativa Estadual (ALE). O projeto foi retirado há um mês depois da reação negativa dos servidores. O governador chegou a pedir aos servidores um projeto alternativo para tornar a companhia superavitária. Diante da situação deficitária da Casal, Lifal e do Centro de Convenções, Renan Filho não anda nada satisfeito com o desempenho histórico das três repartições que, historicamente, funcionam no vermelho.

Relacionadas