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Restos a pagar ficam em R$ 10,2 mi

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Ano novo dívidas velhas. A máxima vale para os governadores de todos os estados brasileiros, cujos chamados ?restos a pagar?, de 2015, de acordo com as projeções do Tesouro Nacional devem ultrapassar os R$ 20 bilhões. Os números de Alagoas ainda não foram fechados, mas, conforme a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), devem ser inferior a R$ 10,2 milhões. Por definição, os restos a pagar se referem às dívidas junto a fornecedores do Estado não pagas até o dia 31 de dezembro. No caso de Alagoas, essas contas ainda estão sendo fechadas junto aos diversos órgãos. O prazo para conclusão, porém, não foi divulgado pela Sefaz. Mas, ao que sugeriu o secretário George Santoro, por meio de sua assessoria, o equilíbrio fiscal, decorrente dos ajustes feitos durante o ano, adequando as contas à Lei de Responsabilidade Fiscal, devem deixar a situação sob controle. Quando fechar os números, o governo deverá editar um decreto informando o valor real e as regras que serão adotadas para honrar seu débitos fiscais. Se adotar o mesmo método do início de seu governo, quando herdou dívidas do antecessor Teotonio Vilela Filho (PSDB), o governo deve priorizar os pagamentos com descontos. Em abril do ano que passou, isso foi dividido entre os fornecedores que tinham dívidas até R$ 50 mil e valores acima. Por esta razão, ao contrário de Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Goiás, o governador Renan Filho (PMDB) não irá ser obrigado a aderir às pedaladas fiscais. Como os próprios estados ainda não fecharam completamente suas contas o Tesouro Nacional também ainda não dispõe dos valores reais do que será arrolado para este ano de 2016.

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