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Aumento de piso salarial do professor provoca diverg�ncias

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Todo ano o assunto gera disse me disse, como quase tudo que envolve reajuste salarial. Esse ano, não foi diferente. O aumento do piso do professor da rede pública no país foi implementado após muita discussão entre sindicatos, governo federal e gestores. Cada um com seu argumentos. O Sindicato dos Trabalhadores da Educação de Alagoas (Sinteal) fala em conquista, reclama de prefeituras que não cumprem a lei e cobra mais rigor na fiscalização. A Associação dos Municípios Alagoanos (AMA) afirma que é preciso garantir às prefeituras condições para bancar os reajustes. O piso nacional do professor passa de R$ 1.917,78 para R$ 2.135,64, o que corresponde a um aumento de 11,36%. O valor é a menor remuneração prevista para docentes de educação básica com formação de nível médio, e carga horária de 40 horas semanais. A vice-presidente do Sinteal, Célia Capistrano, afirma que o piso é uma luta antiga, cuja implantação se deu em 2010, e veio mesmo diante da resistência de prefeituras. ?Muitas prefeituras fizeram inclusive romaria a Brasília para que fosse aprovado com um índice mais baixo em relação à inflação?, afirmou, ao dizer que apesar da conquista, ?não significa que todos os gestores vão implantar?. Ela diz que gestores se amparam na Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para descumprir a aplicação do piso nacional. Por isso ressalta que é fundamental que haja mecanismos de fiscalização, ?para evitar que mesmo tendo recurso, a lei não seja aplicada pelos gestores?.

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