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Nanicos se articulam por mais tempo no guia

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O risco dos pequenos partidos, os conhecidos ?nanicos?, ficarem fora do debate político da sucessão municipal existe. É que a minirreforma aprovada no Senado Federal, Lei 13.165/2015, criou obstáculos para que participem dos debates eleitorais, além de afetar o tempo da propaganda eleitoral gratuita. De acordo com o texto, apenas partidos com o mínimo de nove deputados federais poderia ter presença garantida. A própria lei, entretanto, cria a possibilidade de que uma vez coligados, a soma das representações seja igual ou superior ao determinado acima. No país, atualmente, dos 35 partidos com registro no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 27 possuem representante na Câmara dos Deputados. Do modo em que a lei foi elaborada, deveria representar um duro golpe contra o G-8, aqui em Alagoas. O grupo é formado pela união do PRTB, PHS, PTC, PTdoB, PPL, PSL, PRP, PSDC e PEN. Se confirmada a união, até o fim do processo, pode ter até 13 deputados na representação. Isso já garantiria a participação nos debates. ATAQUE Mesmo assim a alteração não deixou de desagradar. Para o presidente do PTC, o jornalista Paulo Memória, um dos pré-candidatos do G-8, a medida não deixa de ser um ataque aos pequenos partidos. ?A legislação é feita para beneficiar os grandes partidos. Eu acho interessante, porque ficam denegrindo os pequenos partidos, mas como poderemos expor nosso programa e propostas se somos excluídos de tudo??, indagou. Ele lembra que já foi diminuido o tempo proporcional, que era igual, para todos os candidatos. Antes, 30% do tempo era dividido pelo número de candidatos que tivessem disputando o pleito.

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