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TJ/AL desarquiva mais de 1,3 mil a��es judiciais

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O Poder Judiciário de Alagoas está entre os quatro do país onde o desarquivamento de processos judiciais já transitados em julgado se dá de forma imediata. Nos demais, o tempo varia entre um e 20 dias, segundo pesquisa feita por site especializado na área jurídica. Em Alagoas, no ano passado, 1.353 processos foram desarquivados e retornaram às Varas de origem após solicitação de advogados e defensores públicos. ?Eles peticionam junto à unidade judiciária e o juiz defere o pedido. Depois disso, é enviado um ofício autorizando o desarquivamento e os autos são encaminhados imediatamente às Varas?, explicou o supervisor do Arquivo Judiciário da Capital, Gilderto Araújo. Ainda segundo o supervisor, as ações retornam às unidades geralmente para que seja feita análise ou correção em algum documento. ?A maioria dos processos desarquivados é da área de família. Os que são das Varas de Sucessões e tratam, por exemplo, de inventários também costumam ser requeridos?, destacou. VOLUME O Arquivo Judiciário, que funciona no Fórum do Barro Duro, tem hoje cerca de um milhão de processos que já transitaram em julgado (ou seja, tiveram sua atividade judicial finalizada). A documentação mais antiga data de 1822 e é proveniente da Comarca de Santana do Ipanema, Sertão de Alagoas. O prédio, com 640 m2 de área (sendo 430m2 só para o armazenamento dos documentos), abriga 22 mil caixas, sendo que cada uma contém em torno de 45 ações. O setor atingiu a capacidade máxima em 2014 e, desde então, não recebe mais processos.

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