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Nº 5735
Política

ALE quer mais R$ 20 milh�es no duod�cimo deste ano

Disposto a não recuar de sua política de austeridade e responsabilidade dos Poderes, o governador Renan Filho (PMDB) tem se mantido irredutível quanto ao pagamento do Imposto de Renda por parte da Assembleia Legislativa Estadual (ALE). Conforme apurou a G

Por | Edição do dia 24/02/2016 - Matéria atualizada em 24/02/2016 às 00h00

Disposto a não recuar de sua política de austeridade e responsabilidade dos Poderes, o governador Renan Filho (PMDB) tem se mantido irredutível quanto ao pagamento do Imposto de Renda por parte da Assembleia Legislativa Estadual (ALE). Conforme apurou a Gazeta, agora, o governo fez um corte de R$ 4 milhões no duodécimo previsto para este ano. A ALE quer mais R$ 20 milhões para honrar com o pagamento do Imposto de Renda. A medida foi a forma encontrada para cobrar o valor do imposto retroativo ao ano de 2015. Esse é o maior impasse da negociação que até o momento tem atrasado a votação do orçamento de 2016. Conforme anunciou, ainda no ano passado, o duodécimo previsto para a ALE é de R$ 198 milhões. Entretanto, segundo revelou o presidente da ALE, deputado Luiz Dantas (PMDB), em conversa com o blogueiro Edvaldo Júnior, da Gazetaweb, o ideal seria o governo reajustar em mais R$ 20 milhões o valor anunciado. Mas o governo anunciou que só estaria disposto a conceder mais 3,45% como proposta final. Por esta razão a Casa vem, literalmente, retardando a apreciação do orçamento, agora, com o argumento de que há a necessidade de destrancar a pauta, depois que o Executivo impôs vetos a projetos aprovados pela Casa. Esse é o maior problema, segundo revelou o líder do governo e vice-presidente da ALE, deputado Ronaldo Medeiros (sem partido). “Irei solicitar agilidade, mas creio que isso pode acontecer nos próximos 15 dias”, revelou Medeiros, confirmando que a demora pode vir a comprometer os gastos do governo. Entretanto, a reportagem voltou a ouvir fontes ligadas à ALE, que voltaram a confirmar que para a votação do orçamento não há a necessidade de destrancamento da pauta. Segundo apurou a reportagem, “todos os prazos” relativos ao orçamento já foram extrapolados. A única coisa, no momento, que precisaria ser feita é a apreciação das alterações apresentadas pelo próprio governo. Segundo revelou Ronaldo Medeiros, são três artigos que precisam retornar às comissões temáticas uma vez que deram nova redação ao texto apreciado, ainda no ano passado.

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