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Para secret�rio, ‘situa��o j� foi pior no passado’

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Para amenizar o sofrimento e a reclamação da população que diariamente faz peregrinação na maioria dos 69 postos municipais de Saúde em busca dos remédios do SUS e não encontra, o secretário municipal de Saúde, José Thomaz Nonô, mandou fazer levantamento dos medicamentos mais procurados. Ele mudou a forma de aquisição. ?Ao invés de pequenas compras vamos fazer licitações de grandes aquisições, principalmente daqueles remédios de uso contínuo?. Ao rebater as críticas, garantiu que ?a situação já foi muito pior?. Lembrou ainda que ?na saúde não teremos uma situação perfeita, porque se a gente melhora o atendimento médico a procura por remédios nas nossas farmácias praticamente dobra. É isto que acontece atualmente?. Nonô revelou que para melhorar o atendimento da população naqueles postos com problemas no funcionamento, demitiu vários diretores administrativos, médicos e das farmácias. ?Estas mudanças geraram melhorias e naturalmente o aumento da procura. Por isto, esta é uma conta que não fecha?. Ao ser questionado se em todos havia medicação, o secretário assegurou que as farmácias estão com boa parte dos estoques em dia. ?Isto não quer dizer que todos os postos tenham todas as medicações. Por exemplo, uma das maiores demandas hoje é de fralda geriátrica. Tinha uma licitação esperando definições há um ano e meio, resolvemos o problema e as fraldas já foram enviadas para as unidades?. Com relação aos remédios para doentes com diabetes, entre eles insulina, José Thomaz Nonô explicou que ?às vezes o estoque está repleto de medicação, mas às vezes falta?. A direção de atenção à saúde municipal informou ao secretário que ?no momento estamos bem de insulina na maioria das unidades. Mas é preciso sempre completar os estoques?, admitiu. Para tentar contornar os problemas do estoque, o secretário de Saúde de Maceió disse estar mudando a prática de compras da pasta. Como a Lei das Licitações é complicada, e as licitações da prefeitura demoram muito, a secretaria fazia compras picadas, ou seja, de pequenas quantidades de determinados remédios. ?Isto de certa forma atendia às situações de emergência. Mas qual o lado negativo desta estratégia?? Questionou e respondeu o próprio José Thomaz Nonô, ?Isto precisava ser um processo eterno e fatalmente chegava momentos de falta de remédios?.

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