loading-icon
MIX 98.3
NO AR | MACEIÓ

Mix FM

98.3
quinta-feira, 23/07/2026 | Ano | Nº 6273
Maceió, AL
24° Tempo
Logo Gazeta de Alagoas Logo Gazeta de Alagoas
Home > Política

Política

ACM volta a criticar advers�rios pol�ticos

Ouvir
Compartilhar

Salvador ? Um dia após desembarcar em Salvador, o senador Antonio Carlos Magalhães (PFL), 75, voltou a criticar os deputados Geddel Vieira Lima (PMDB), Nelson Pellegrino (PT) e do ex-deputado Benito Gama (PMDB), que o acusam de ser o responsável intelectual pelo grampo ilegal. ?Todas as vezes que nossos adversários são derrotados, arrumam uma mentira, um bode expiatório. São as mesmas figuras que não se conformam com a derrota?, disse o senador, durante a inauguração de uma escola estadual em Feira de Santana (108 km de Salvador). Sem citar nomes, o senador disse que os seus adversários querem ?é o regime da corrupção?. ?Queremos trabalhar, eles que fiquem fofocando e roubando?, disse. Reservado em declarações públicas sobre o grampo, autorizado pela Secretaria da Segurança Pública da Bahia no ano passado, o governador Paulo Souto (PFL) defendeu o senador. ?O que interessa é a nossa aliança, o nosso compromisso de trabalhar em benefício da Bahia?. Autor da denúncia que provocou a abertura de um inquérito por parte da Polícia Federal, o deputado Geddel Vieira Lima disse que não teme uma investigação sobre o conteúdo das conversas obtidas com a escuta telefônica. PT contra CPI Em São Paulo, o líder do governo na Câmara, Aldo Rebelo (PC do B-SP), afirmou ontem que a instalação de uma CPI para apurar o caso do grampo na Bahia poderia atrapalhar as votações que o Congresso Nacional irá realizar a partir da próxima semana. Usando uma frase indireta, Rebelo acabou expondo abertamente um dos argumentos que têm sido usados reservadamente pelos petistas para se declararem contra a CPI neste momento. ?Uma CPI agora não ajudaria, alguém poderia interpretá-la como medida precipitada, de uso político, com efeito para criar problemas para votações que o Congresso vai enfrentar?, disse. Entre outras coisas, o governo pretende enviar ao Congresso neste ano as reformas da Previdência e tributária, consideradas prioritárias pelo Executivo.

Relacionadas