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IAM lan�a obra que celebra 200 anos de Macei�

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O Instituto Arnon de Mello (IAM) lançou ontem, num café da manhã cultural no supermercado Palato, no bairro do Farol, mais uma obra disponível para assinantes da Gazeta com a história da evolução da capital do Estado de Alagoas. Dividida em fascículos já distribuídos aos leitores do jornal, a produção ?Maceió 200 Anos? reúne informações sobre a identidade cultural, socioeconômica, política e geográfica do município que completa dois séculos com 1 milhão de habitantes. Além dos encartes, os assinantes receberam em casa uma capa dura para transformar os fascículos em livro. O IAM produziu mais 15 mil exemplares do livro com 276 páginas, fotografias especiais, de linguagem leve, pesquisa bem elaborada. Segundo o presidente do Instituto, Carlos Mendonça, o material será distribuído, já encadernado, para entidades e instituições de Alagoas, do Brasil, bibliotecas e universidades nacionais e estrangeiras. A solenidade de lançamento desta 14ª obra literária e histórica do Instituto Arnon de Mello para a sociedade alagoana e assinantes da Gazeta foi prestigiada por representantes do governo de Alagoas, da Prefeitura de Maceió, da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), Centro Educacional e Superior de Maceió, Federação da Indústria (Fiea), intelectuais, pesquisadores, jornalistas e estudantes. O presidente do IAM, Carlos Mendonça, ao destacar a importância e a relevância do livro ?Maceió, 200 anos? disse que havia uma lacuna para a população atual e as novas gerações saibam como esta cidade cresceu em dois séculos, e os fatos relevantes desde a fundação. ?Estamos lançando esta obra com a história de Alagoas. Ela foi feita com muito carinho por pessoas que conhecem a história de Maceió. Este é um legado muito grande e é uma satisfação este momento?. Aproveitou a presença de personalidades como o pesquisador e engenheiro Vinícius Maia Nobre, José Carlos Lira (presidente da Fiea), o médico Humberto Gomes de Melo (provedor da Santa Casa de Misericórdia), o pediatra Milton Hênio, que acompanhou o crescimento da cidade nos últimos 60 anos e lembrou as histórias do bonde que cortava toda a cidade, quando o bairro do Farol não tinha ruas asfaltadas, dos antigos carnavais do Centro e das peculiaridades culturais da Maceió antiga. ?É fantástico ver como tudo isso nasceu, cresceu e prosperou. Nossa cidade cresceu muito e não há lugar como Maceió. Esta obra eterniza esta cidade, que é a porta de entrada de Alagoas. É preciso que a gente saiba sempre que esta cidade nasceu do bem, está no bem, vai continuar do bem e gostosa de se viver?. O livro tem a coordenação geral do diretor Comercial da Gazeta, Leonardo Simões. As pesquisas foram feitas pelos professores doutores Douglas Apratto Tenório (História); Cícero Péricles (Economia); Rochana Campos (Geografia); e Cármem Lúcia Dantas (Cultura). As fotografias e ilustrações são assinadas pelos repórteres fotográficos José Ronaldo e Hamilton Cruz e Ricardo Lêdo. O diretor executivo da Organização Arnon de Melo (OAM) destacou a importância das parcerias feitas com a Federação das Indústrias, Braskem, governo de Alagoas, prefeitura, Assembleia Legislativa e outros parceiros que ajudaram na materialização deste projeto histórico. ?Quem não tem memória não tem história. Estamos, com esta obra, gerando conhecimento para todos, não somente aos alagoanos. A partir dela, estamos contribuindo muito para a geração deste conteúdo e para levá-lo adiante, mas que muitos ignoram mesmo sendo de grande relevância histórica?. Amorim fez questão de destacar que a obra não tem cunho político partidário. Os pesquisadores fizeram um levantamento histórico, geográfico, econômico, social do município. ?Estamos oferecendo uma contribuição para preservar a nossa história, que é rica. É uma memória cheia de detalhes como o nome da cidade, dos bairros, a nossa evolução até os duzentos anos?. A obra, segundo o diretor da OAM, foi distribuída para os assinantes em fascículos semanais, a capa dura ?e agora fizemos o livro para os patrocinadores, para as instituições e entidades culturais?.

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