Política
Elisa Alves culpa falta de bons t�cnicos e assessores
Com relação à afirmação do procurador-geral de Justiça, Sérgio Jucá, que aponta a cidade como ?a meca da improbidade administrativa em Alagoas?, a prefeita não contestou. Confirmou inclusive que responde também processos com a mesma acusação, como revelou o chefe do MP. ?Respondo a processos de improbidade, sim. Já fui inocentada em muitos. Mas respondo a alguns?. Maria Elisa atribui os processos que tramitam na justiça alagoana contra ela às dificuldades que a cidade tem em pagar ?bons técnicos e bons assessores? para ajudar na administração. Ao revelar o nível salarial do alto escalão, a prefeita disse que o coordenador com o maior salário recebe R$1,8 mil/mês; os secretários municipais ganham R$ 8 mil/mês e ela, R$ 20 mil. ?Para se ter bons técnicos teríamos que oferecer remuneração melhor. Não temos recursos para fazer concursos e contratações de bons técnicos. Isto leva os governantes a cometerem falhas administrativas e, falando por mim, não intencionalmente?. No terceiro mandato e com dez anos à frente da prefeitura, Maria Elisa foi várias vezes afastadas pela justiça em gestões anteriores. Mas não chegou a ser presa. Ao ser questionada se, diante do caos que a própria narrou, teria coragem de ser candidata à reeleição em outubro, deixou uma pulga atrás das orelhas dos adversários. ?Sou candidatíssima a recuperar a administração pública de Rio Largo. Com relação à reeleição, no mês de junho falarei sobre isto?.