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Empresas fecham as portas diante de cen�rio recorrente de incertezas

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Rio Largo era uma cidade promissora e junto com o município de Delmiro Gouveia foi considera como berço da indústria têxtil com a companhia alagoana de Fiação e Tecido e a de Fiação Progresso. Delas só restaram ruínas. Tem duas indústrias de Açúcar: Utinga Leão e a Santa Clotilde. Ambas enfrentam crise econômica e reduziram os investimentos. O governo federal, quando criou o Programa Nacional do Álcool ? Pro álcool, implantou, na década de 1970 a Destilaria Central, atualmente fechada. O aeroporto Zumbi dos Palmares é uma das principais portas de turistas e de passageiros para o Estado. É também outra fonte de recursos que resiste à crise econômica nacional. Mas reduziu os investimentos em expansão e em pessoal. Outras empresas que pretendiam se instalar no município desistiram por conta da desordem administrativa e da insegurança jurídica na região. Com isso, a cidade tem mais de 30 mil desempregados segundo cálculos da prefeita Maria Elisa. REFÉM DO FPM No município não havia desemprego e nem analfabetismo. Hoje, a realidade mudou e não passa de uma cidade-dormitório que depende do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que destina pouco mais de R$ 2 milhões/mês. O montante representa menos de 50% da arrecadação municipal, revelou uma fonte da Secretaria de Arrecadação Municipal e confirmou a prefeita.

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