Política
N�o temos nada a ver com esses protestos, reclama administrador
Os funcionários e os administradores de empresas que operam no Porto de Maceió se mostraram surpresos com a longa ocupação do principal acesso por policiais civis em greve. O superintendente substituto do Porto, Roberto Leoni da Costa disse que a autarquia ganhou notoriedade e se transformou no principal palco dos grevistas. ?Nós fomos surpreendidos com esta ação e não temos nada a ver com este protesto?. O Porto é tradicionalmente exportador de açúcar. Nesta safra 2015/2016 vai exportar 1,3 milhão de toneladas de açúcar. Importa combustíveis distribuídos pela Petrobras, importa também 95 mil toneladas/ano de trigo e fertilizantes para o setor sucroalcooleiro. Ainda gera 2,5 mil empregos através da empresa alemã Ferrostal, que produz módulos para exploração de petróleo no pré-sal. A paralisação de todos os segmentos do Porto gera um prejuízo milionário por dia e também ameaça a estabilidade de centenas de empregos, alertou o administrador. ?Nós nos sentimos presos aos movimentos grevistas, que nada têm a ver com o governo federal?.