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CUT pressiona o governo por reajuste de servidor

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Com a espera de definições políticas sobre o futuro da presidente Dilma Roussef, a retomada dos investimentos na economia, medidas para conter a recessão e, ainda, enfrentar queda brutal na receita, o governo Renan Filho (PMDB) não acena com nenhum percentual de aumento para o funcionalismo público estadual, reclamou o diretor de Formação Política e Sindical da CUT, Izac Jacson. O governador demonstra, porém, que quer negociar com as categorias de funcionários. Mas lembra as dificuldades econômica do País e recomenda reivindicações factíveis para o momento de recessão. ?Estamos num momento muito difícil, delicado, é preciso ter calma e tranquilidade. Estou aberto ao diálogo com os servidores. Mas temos que trabalhar dentro da realidade?, disse Renan Filho ao lembrar as dificuldades financeiras de outros estados como Rio de Janeiro e Sergipe. ?Ao contrário dos grandes estados, estamos com os salários dos servidores ativos e inativos em dia. Portanto, precisamos sentar e fazer uma discussão realista?, sugere o governador. O diretor da CUT/Al, Isac Jacson, disse que antes mesmo dos sindicatos sentarem para conversar, o governo não acena com nenhuma possibilidade de aumento salarial. ?As categorias querem no mínimo a reposição do IPCA (Índice Nacional de Preço ao Consumidor, que mede a inflação), que na avaliação da CUT passa de 12%?. No entanto, Izac reconhece que o IPCA vai depender, também, da avaliação do governo. Se levar em conta a inflação de 2015, o índice fica em 10,68% e pode ser medido também de maio de 2015 a maio de 2016, de qualquer forma não será inferior a 10%.

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