Política
Professores param em dia de protestos
Os professores da rede pública de Alagoas pararam durante o dia de ontem. Aderiram ao movimento nacional em defesa da democracia e dos direitos da classe trabalhadora, puxado pela CUT, mas trataram, também, da pauta local. Reunidos em assembleia, na sede do Sinteal, pela manhã, eles avaliaram o andamento das negociações com o governo estadual, em relação à data-base de 2016. Reposição salarial de 11,36% referente à inflação do período; vinculação dos secretários escolares ao quadro de trabalhadores da Educação; implantação das progressões; convocação da reserva técnica do último concurso e respeito ao piso da categoria são alguns dos itens da pauta de revindicações, já encaminhada ao governo. E como não houve, ainda, uma contraproposta salarial, uma nova assembleia foi convocada para a próxima quarta-feira. Segundo foi informado ao sindicato, na reunião de negociação ocorrida na segunda-feira à noite, com os secretários Luciano Barbosa (Educação); George Santoro (Fazenda) e Christian Teixeira (Planejamento e Gestão), há uma reunião marcada entre o governador e a equipe econômica para uma avaliação técnica sobre os números para, daí, se tirar uma proposta que será apresentada pelo governo na terça-feira, aos representantes dos servidores, não só da Educação, mas também de outras categorias.