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‘Estudo est� quase pronto’, diz Sefaz

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O secretário da Fazenda, George Santoro, informou que está praticamente concluído o estudo para saber se é possível apresentar uma proposta de reajuste salarial aos servidores estaduais. No mês da data-base das categorias, ameças de greve surgem de todos os lados. ?Concluímos a revisão da receita; está pronto. Provavelmente, disponibilizaremos na internet na próxima semana?, disse. Questionado se já há como afirmar se o Estado tem ou não condições de bancar reajuste salarial das categorias, sobretudo dos policiais civis, George Santoro afirma que o que está sendo concluído é o estudo da receita para este ano. ?Agora nós estamos levantando o tamanho da despesa, ou seja, vou pegar a receita que tenho e a despesa e saber se sobra. Aí a gente vai apresentar para o governador essa conta. Vamos fazer os estudos do tamanho dos gastos de janeiro a abril a partir disso?, ele disse. A Gazeta indagou se há possibilidade de o governo encaminhar projeto de lei com o percentual de reajuste ou mesmo reajuste zero direto para a Assembleia Legislativa, onde o governador Renan Filho (PMDB) tem ampla maioria da bancada. O secretário respondeu: ?Esse estudo vai ser levado para o governador. Aí vamos sentar, o governador, eu, o secretário Christian Teixeira [Planejamento], Fábio Farias [Gabinete Civil], para discutir o assunto e chegar à conclusão se dá para ir para um lado ou não?, ele diz, referindo-se às reivindicações salariais de cada categoria. Depois disso, informa Santoro, ?a gente começa as conversas com os servidores. Estamos num ano muito difícil. Estados estão atrasando o pagamento de salários. Não adianta ter ansiedade, porque qualquer decisão precipitada agora pode ser fatal para o Estado no futuro. Tem que ter calma?, ele diz, mostrando no computador mensagens que afirma receber diariamente de servidores do pessoal fazendário insatisfeitos com os salários. ?Eu tenho isso aqui também. É normal. É o momento. A inflação cresceu e o servidor espera que a gente dê um reajuste na proporção da inflação. A questão é que as demais despesas do Estado estão todas crescendo e o Estado tem um problema muito sério de crescimento da folha. Se eu não fizer nada, essa folha cresce 5%, 7% no ano?, afirma.

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