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O prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), também demonstrou esperança na estabilização da economia com os modelos administrativos anunciados pelo presidente em exercício Michel Temer (PMDB/SP). Porém, não aprova a proposta de aumento de impostos e trazer de volta a discussão de reeditar a CPMF (Contribuição Permanente por Movimentação Financeira). ?Não é a hora de discutir aumento de impostos. Todo mundo, no País, reclama da carga tributária, que é altíssima?. Por outro lado, destaca que o governo Temer precisa mostrar compromisso de estabilizar a situação econômica, reduzir o tamanho do Estado e fazer novos comprometimentos para no futuro avaliar se há ou não necessidade de novos impostos. As medidas de enxugamentos dos gastos federais com ministérios e funcionários e investimentos públicos em obras sociais e de distribuição de renda foram pensadas pelo governo da presidente Dilma. Porém, só foram colocadas em prática pelo presidente em exercício Michel Temer, observou o prefeito Rui Palmeira ao considerar que a tentativa de arrumação da economia é positiva para atrair investimento, acalmar o mercado e gerar empregos. Ele defendeu também a privatização que o governo federal quer colocar em prática em setores que não conseguem viabilizar ações práticas. A privatização de concessões, na avaliação do prefeito de Maceió, vai atrair o capital privado, gerar receitas para o governo federal e empregos. ?São medidas necessárias e que têm de ser feitas urgentemente?. Além da política de privatização, o governo federal tem de reduzir o tamanho dos ministérios e do quadro de funcionários públicos. Rui Palmeira defende ainda os investimentos públicos em obras como o Minha Casa Minha Vida e programas sociais. No caso específico de Maceió, ele voltou a cobrar do governo federal a liberação do município para contrair empréstimos em bancos estrangeiros de US$ 134 milhões (R$ 445,6 milhões) para obras de saneamento, mobilidade urbana e pavimentação. ?Esperamos que agora o governo federal possa destravar este financiamento. Até porque não é dinheiro do governo federal.

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