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Reajuste dos Poderes � na base ‘do aperto’

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Ao sancionar e fixar, no mês passado, a previsão orçamentária de Alagoas em R$ 8,6 bilhões para o exercício de 2016, o Poder Executivo estabeleceu o reajuste orçamentário dos Poderes Legislativo, Judiciário, Ministério Público e Tribunal de Contas em 4%. Os poderes reagiram porque imaginavam um reajuste bem maior. ?O aumento de 4% foi acordado com todos. Claro que alguns Poderes gostariam de ter um reajuste maior no orçamento. Mas esta é a situação da crise no País, que nos impede gastar mais do que a nossa capacidade de arrecadar?, explicou Renan Filho. De acordo com os números orçamentários publicados no Diário Oficial do Estado, a receita do Executivo está fixada em R$ 8.419.876.246,00. O montante foi composto com a receita corrente estimada em R$ 7.480.502.463,00, sendo a arrecadação com receita tributária (arrecadação com impostos) estimada em R$ 3.982.126.807,00; de receita patrimonial estimada em R$ 31.966.101,00; receita de serviços de R$ 1.002.000,00 e de transferências correntes que somam R$ 4.476.451.616,00. A despesa com pessoal em encargos sociais dos servidores do Poder Executivo será de R$ 6.827.789,610,00. O gasto mensal da folha de pessoal permanece em R$ 250 milhões. Isto sem computar as negociações salariais que estão em curso e devem esquentar os ânimos do movimento sindical. Na divisão do bolo orçamentário foi computado o reajuste de 4% no orçamento dos Poderes. Renan Filho divulgou que o orçamento do Poder Legislativo, conforme ficou acordado, é de R$ 191.661.727,00; do Poder Judiciário 407.680,000,00; do Tribunal de Contas R$ 85.762.453,00; e do Ministério Público Estadual R$ 132.964.778,00.

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