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Projeto pode excluir militares

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O deputado Ronaldo Medeiros (PMDB), líder do governo na Assembleia Legislativa Estadual (ALE), disse ontem que encaminhou ao governador Renan Filho (PMDB) pedido para que os militares sejam retirados do plano de previdência complementar. O tema vem sendo discutido na ALE. Se o governador atender ao pedido, policiais militares e soldados do Corpo de Bombeiros devem ficar de fora do projeto de lei que trata sobre as aposentadorias e pensões de todos os servidores estaduais, além de definir o pagamento complementar. Ainda ontem na ALE, o deputado João Luiz (PSC) falou sobre o processo de cassação de mandato que tramita na Justiça Eleitoral contra ele. Um dia após o corregedor eleitoral, desembargador José Malta Marques, votar favorável pela perda de seu mandato, ele disse que a acusação é uma novidade em sua extensa carreira política. ?Para mim é uma novidade porque sou uma pessoa que já está no sétimo mandato eletivo e ninguém nunca questionou?, disse João Luiz. Falando com tranquilidade, o parlamentar lamentou o fato de o processo estar avançando sem provas que pudessem comprovar a principal linha de acusação, que é o uso da atividade religiosa a favor de sua candidatura. ?Não existe nenhuma prova. Por isso nossa defesa pediu a nulidade do processo porque é baseado em fotos de redes sociais. Não existe nenhuma testemunha, por exemplo, que tenha sido chamada para ser ouvida?, questionou o Partos João Luiz. Ele lembrou que também foi juntado ao processo um CD com imagens da campanha de 2014. ?Então é um processo esdrúxulo, que está lá correndo e que é mais político do que qualquer outra coisa?, analisou o deputado. Sobre a origem da denúncia feita ao Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL), ela teria sido feita, inicialmente, de forma anônima. Mas que posteriormente o ex-vereador Chico Hollanda teria assumido a ação. Seu primogênito, o vereador Chico Filho (PP), será o eventual beneficiado com a vaga.

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