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Acordo com a Uni�o garante 13�, diz Renan

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O acordo assinado com o presidente interino Michel Temer com os governadores, alongando para 20 anos o pagamento das dívidas dos estados, carência escalonada de 24 meses e a suspensão do pagamento por seis meses, apesar de ainda depender de votação do Congresso Nacional, assegura os pagamentos, em dia, dos servidores até o final do ano, o do 13º salario e o repasse em dia dos Poderes. A garantia é do governador Renan Filho (PMDB) e divulgada, ontem, na primeira entrevista coletiva concedida à imprensa depois de passar dois dias negociando em Brasília as questões econômicas do Estado. A entrevista ocorreu no salão das audiências do Palácio República dos Palmares, momentos antes da solenidade de assinatura de contrato para construção de seis Centros Integrados de Segurança Pública no interior do Estado ? dos 30 centros previstos. ?Este acordo assinado com os governadores vai permitir que Alagoas consiga pagar os salários em dia e o pagamento do 13º salário?. A folha de pagamento do funcionalismo passa de R$ 270 milhões/mês. ?Vou continuar me esforçando para manter o pagamento do funcionalismo em dia e investindo em segurança pública, saúde e educação?, disse o governador afastando os boatos de que poderia ocorrer atraso salarial no segundo semestre. Com relação às novas obras bancadas com recursos próprios, o governador esclareceu que os investimentos que antes ninguém sabia para onde se destinavam agora têm destino certo. ?Os investimentos na segurança pública vêm do Detran; da reforma das escolas vem do Fundeb, com os recursos do Fecoep (Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza) pretendemos melhorar a saúde e paralelamente buscamos não perder receita?. Renan Filho lembrou que há mais de um ano trabalha junto com outros governadores em busca de saídas para estancar os efeitos da crise e da recessão. ?Trabalhei muito por isso, tive várias vezes em Brasília, participei de seminário do BNDES, do Fórum de Governadores do Nordeste. O resultado ainda depende do voto do Congresso Nacional. Enquanto o Congresso não aprovar o projeto de lei complementar, o acordo não pode ser cumprido pelas partes?, disse.

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