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Campanha em redes sociais requer cautela

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A pré-campanha eleitoral começou e as redes sociais estão a todo vapor estampado fotos, vídeos e mensagens dos pré-candidatos a prefeito de Maceió e a vereador. Mas o espaço virtual também tem reunido o que há de pior para o eleitor: a sujeira dos ataques. Desde o dia 2 de julho que, oficialmente, as páginas pessoais ou dos partidos podem apresentar seus pretensos candidatos e propostas. Com a experiência de já ter trabalhado em algumas campanhas eleitorais, a advogada Jamile Coêlho, especialista em Direito Eleitoral, destacou que o uso antecipado já foi regulamentado, mas este é o primeiro pleito em que está sendo posto em prática. ?Em relação à pré-campanha, após a minirreforma eleitoral ficou estabelecido que os pré-candidatos podem usá-la para apresentar plataformas de governo. O que se pretende e como será feito, desde que não haja pedido explícito de votos?, explicou. Ela alerta que as primeiras orientações sobre o uso das redes sociais envolvem a de que os pré-candidatos não podem lançar mão dos chamados links patrocinados, que chegam até as pessoas de forma involuntária, sem que elas busquem informações. Em linhas gerais, para que o eleitor entenda, a propaganda do candidato apareceria diante de sua tela como as publicidades que mantêm as redes sociais. ?O link é patrocinado sem que o usuário siga determinada pessoa ou pré-candidato. A legislação veda isso, por entender que favoreceria ao candidato que tivesse mais dinheiro e faria com que fosse acessado por mais pessoas?, acrescentou. Ela lembra ainda que, além das propostas, os candidatos também podem emitir opiniões, expressar críticas, mas que priorizem o conteúdo com suas respectivas propostas. ?Seria um uso racional?, conclui Jamile Coêlho.

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