Política
RISCO DE CALOTE PIORA SITUA��O
Numa empresa especializada em comunicação visual, localizada no bairro do Farol, em Maceió, nem pechincha resolve mais na hora de atender candidatos a um cargo eletivo. De tanto levar calotes, a empresa literalmente fechou as portas para candidatos. Não atende mais a políticos. O prejuízo, segundo a gerência da empresa, foi tão traumático que trabalhar para político, nem pensar. Um dos serviços mais requisitados era a plotagem de veículos (impressão com a propaganda do candidato). As sequelas do não pagamento foram marcantes, diz a gerência, segundo a qual nesta época do ano, às vésperas das eleições, procuram-a pelos serviços não pagavam. ?Em um momento como esse, de crise econômica, de incertezas, é melhor não corrermos riscos. É um montante interessante, mas isso se eles [os candidatos] pagassem; se o dinheiro entrasse. Sem receber, não adiantar entregar o produto e ter prejuízo?, diz a gerente da empresa à reportagem da Gazeta, que prefere não se identificar. ?