Política
Focco refor�a apoio ao TRE/AL contra corrup��o
O monitoramento do processo eleitoral em Alagoas, aliado aos riscos de compra de votos, fraude e caixa 2, também está na pauta do Fórum de Combate à Corrupção em Alagoas (Focco). Ontem, no início da tarde, representantes do grupo se reuniram com o presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL), desembargador Sebastião Costa Filho, para definir estratégias de como podem auxiliar na fiscalização do pleito. No encontro, que também foi acompanhado pelo procurador eleitoral, Marcial Coelho, o presidente do Focco, promotor José Carlos Castro, colocou a estrutura do fórum para ajudar na fiscalização do pleito, por entender que a corrupção, em geral apurada no serviço público, também norteia parte do processo eleitoral. ?O Focco entende que a corrupção eleitoral está diretamente ligada à corrupção de forma geral a que está arraigada no serviço público. Nosso objetivo é sermos solidários ao trabalho que vem sendo desenvolvido para que tenhamos eleições limpas ou com o menor número de corrupção possível?, destacou José Carlos. Ele lembra que como nos últimos anos o Focco reuniu várias entidades que atuam no combate à corrupção, o apoio ao TRE é importante para auxiliar na fiscalização e dificultar as artimanhas de alguns candidatos. ?Sobre o caixa 2 não há nenhuma denúncia concreta, mas sem dúvidas isso é uma preocupação, já que houve a restrição para a doação de empresas, é possível que isso venha a ser utilizado para o abastecimento de algumas campanhas?, lembrou o coordenador do Focco. Com o apoio de pouco mais de 30 entidades, além dos instrumentos que estão à disposição do TRE, os segmentos da sociedade civil organizada também estarão apurando informações sobre desvios de conduta no processo eleitoral. Até o momento, conforme explicou o presidente do TRE/AL, Sebastião Costa Filho, a maior ferramenta de investigação tem sido o aplicativo Pardal, que pode ser baixado gratuitamente na play store do celular. Ele pode ser baixado gratuitamente no celular, além de ter um link no site do órgão, onde é possível acompanhar o que já foi denunciado.