Política
LICITA��O � FRAUDADA PELO GRUPO
Segundo o MPF, ao invés de levantar as denúncias, ele teria firmado um contrato de aluguel com a prefeitura envolvendo três ônibus. Com o acordo o processo investigatório não prosperou. Essa, inclusive, é uma das razões para a Ação Civil Pública do MPF pedir o afastamento de Cristiano Matheus, por acreditar que, uma vez no cargo, ele pode continuar exercendo influência. A preocupação dos procuradores também envolve o fato de que outros dados estão sendo apurados e podem vir a se tornar novas ações, desta vez envolvendo malversação de recursos na aquisição de merenda escolar e obras públicas. Nessa investigação, a Controladoria-Geral da União (CGU) vem auxiliando nos levantamentos que indicam outras ilicitudes que teriam se iniciado, ainda, no primeiro mandato. Procurado para falar sobre as acusações e a Ação Civil Pública, Cristiano Matheus disse respeitar todo o processo de apuração, ao mesmo tempo em que se disse tranquilo. Conforme revelou à Gazetaweb, sempre que ao município foram solicitadas informações, todos os documentos teriam sido encaminhados. Além disso, mesmo agora diante da revelação dos fatos, continua à disposição para esclarecer dúvidas. Até a tarde de sexta-feira, Cristiano informou que não fora notificado oficialmente sobre a ação e atestou não existir nenhuma irregularidade em sua gestão. Tanto que se dispõe a esclarecer, com detalhes, ?ponto a ponto? todas as acusações.