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C�cero Almeida lidera gastos no 1� turno

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O clima da eleição no 2° turno começa a esquentar com as novas propagandas e tentativas dos dois candidatos, Rui Palmeira (PSDB) e Cícero Almeida (PMDB), de convencer e conquistar votos e definir o pleito. Conforme dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a campanha mais cara até o momento é a do peemedebista. Até o último dia 11 de outubro, o valor de serviços contratados pelo comitê de Cícero Almeida já estava em R$ 2,8 milhões (R$ 2.884.772,33), contra R$ 682 mil de Rui (R$ 682.003,88). Em 2012, o tucano, para garantir sua vitória, gastou ao todo R$ 3,7 milhões (R$ 3.741,116,00). Três anos e nove meses depois, graças a um investimento eficiente em mídia, deve chegar próximo dos 25% dos gastos de quando disputou o cargo pela primeira vez. O valor gasto pelo PMDB e partidos aliados foi um pouco acima da metade prevista pelo valor total autorizado pela Justiça Eleitoral, estipulado em R$ 4,5 milhões (R$4.504.729,69) para o 1° turno. Para o 2° turno, o valor autorizado é de até R$ 1,3 milhão (R$ 1.351.418,91). Cícero Almeida conseguiu garantir 82% dos recursos com os partidos aliados, sendo que a maior parte veio do Diretório Nacional do PMDB. Os outros 18% são de doadores individuais. Nesse quesito, Rui não contou com nenhuma doação de pessoa física. Conforme consta no site do TSE, os 100% arrecadados vem de repasses do Fundo Partidário, sendo a maior parte do PSDB. A maior parte dos recursos dos dois candidatos foi investida nos programas para o guia eleitoral, material gráfico, bandeiras e custos operacionais para viabilizar caminhadas e valores pagos ao pessoal de apoio. Como a campanha segue o seu curso, tanto Rui quanto Cícero, por meio de seus comitês, devem desembolsar alguns milhares de reais ou até milhões de reais.

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