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Programa combate ado��o ilegal

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O programa disque-denúncia adoção ilegal foi lançado oficialmente, ontem, durante reunião na Escola da Magistratura (Esmal). O programa vai fortalecer ainda mais o combate a essa prática que vem sendo registrada em Alagoas, segundo o juiz Carlos Cavalcanti,presidente da Comissão Estadual Judiciária de Adoção Internacional (Cejai) e membro da Coordenadoria Estadual da Infância e Juventude (CEIJ). O serviço está disponível por meio do telefone (82) 98149-0047 e pelo e-mail:[email protected] Durante o encontro, que reuniu magistrados, integrantes da Secretaria de Segurança Pública (SSP), Ministério Público Estadual (MP), Defensoria Pública, Conselho Tutelar, além de representantes de entidades da sociedade civil, que se comprometeram em fortalecer a rede de combate às adoções ilegais, foram apresentadas algumas ações necessárias para incentivar a adoção legal, entre elas, a realização de cursos preparatórios para adotantes e de campanhas para que os pretendentes se inscrevam no Cadastro Nacional de Adoção. DEMANDAS ?A CEIJ já vem desenvolvendo ações para incentivar a adoção legal. Conseguimos estruturar a Coordenadoria, que possui sede e carro próprios, além de contar com uma equipe técnica, composta por uma psicóloga e duas assistentes sociais, que auxiliam os magistrados nos processos relacionados à destituição do poder familiar e adoção?, explicou Carlos Cavalcanti. O magistrado destacou que casos de ?venda? de crianças têm chegado ao conhecimento do Poder Judiciário e da SSP. ?Também temos notícias de pessoas que arcam com as despesas das gestantes para ficar com os bebês. Ilegalidade não condiz com afetividade. Não é possível construir uma família com base em um ato ilegal. A pena para quem pratica esse crime foi ampliada?, disse. A delegada Luci Mônica, que é secretária de políticas públicas da SSP, informou que existem duas delegacias especializadas, que podem recepcionar casos de adoções ilegais. ?Uma funciona em Maceió e a outra em Arapiraca e tanto os delegados, como os policiais civis e militares, devem fazer sua parte, para que casos como os que foram noticiados recentemente, não aconteçam?, ressaltou a delegada.

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