Política
Vereadores querem duod�cimo de R$ 61 mi para 2017
Terminadas as eleições, a preocupação agora na Câmara Municipal de Maceió é votar a Lei Orçamentária Anual (LOA), documento que prevê a receita e fixa a despesa dos órgão públicos no ano que vem. Desde outubro, a proposta da prefeitura tramita nas comissões da Casa. O orçamento para a capital em 2017 totaliza R$ 2.360.051.023. O Poder Legislativo teria para custear suas despesas R$ 58.304.056. No entanto, o valor não parece satisfatório. Os vereadores irão concentrar os esforços para aprovar a LOA 2017 até o final de dezembro, para que a nova legislatura inicie o mandato em janeiro sem precisar dar conta de pendências. A Gazeta apurou que o valor do duodécimo da Câmara é o que mais têm exigido a atenção dos parlamentares. Um estudo está sendo elaborado para confrontar o valor proposto pelo prefeito Rui Palmeira (PSDB) com as reais despesas que a Casa terá a partir do ano que vem. Este ano, o duodécimo da Câmara Municipal foi congelado, após acordo entre o prefeito e os integrantes da Mesa Diretora, presidida pelo vereador Kelmann Vieira (PSDB). Igual a 2015, os parlamentares adequaram seus gastos aos R$ 55 milhões destinados ao Poder Legislativo. Porém, com os 3,5% de reajuste aprovado em maio para os servidores efetivos, a Casa prefere, antes de aceitar os R$ 58 milhões proposto por Rui Palmeira, rever as despesas em 2017. Para compensar o congelamento do duodécimo este ano, segundo informações colhidas pela reportagem nos bastidores da Câmara de Maceió, um acréscimo de R$ 3 milhões está sendo ventilado. Por enquanto, os parlamentares preferem não sustentar publicamente a necessidade do aumento. Em vez de R$ 58 milhões, a Câmara Municipal de Maceió receberia em 2017 em torno de R$ 61 milhões. A contraproposta dos vereadores ainda está sendo elaborada.