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Ademi pede celeridade em a��o contra cart�rios

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A decisão final do Tribunal de Justiça (TJ) quanto ao reajuste de 30% das taxas cartoriais, contestado pela Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Alagoas (Ademi-AL), ainda não tem data para sair. No momento, conforme matéria da Gazeta do último fim de semana, a resolução que trata do assunto e garante o reajuste da tabela encontra-se suspensa. Já a ação judicial interposta pelo setor imobiliário continua sem data para ir a plenário. Por conta dessa situação, além da crise nacional que afetou o País este ano, há uma grande preocupação sobre a realidade dos valores que serão cobrados a partir de janeiro de 2017. Paralelo a esse fato, o Ministério Público Estadual, por meio de outra ação, da Promotoria de Defesa do Consumidor, busca informações oficiais junto à Associação dos Notários e Registradores do Estado de Alagoas (Anoreg-AL). Ontem, a Gazeta buscou mais detalhes sobre o andamento, mas a reportagem não conseguiu falar com o autor, o promotor de Justiça Max Martins. Em setembro deste ano, ele buscava mais detalhes sobre os valores cobrados, já que segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), os preços cobrados no Estado estavam entre os maiores do País. Fato que poderia ser elevado, ainda mais, com a entrada em vigor do reajuste proposto. A Anoreg, por sua vez, continua sem uma posição oficial sobre o assunto. Conforme apurou a Gazeta, aguarda o desfecho do processo no TJ. Já o mercado imobiliário vive a incerteza de como será o futuro, uma vez que a expectativa, em todo o País, era para que em 2017 o setor começasse a reagir. Entretanto, com a prática dos percentuais propostos, há um temor sobre a inviabilização de muitos negócios.

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