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Policiais civis aceitam proposta e greve � suspensa

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O Sindicato dos Polícias Civis de Alagoas (Sindpol) suspendeu a greve da categoria após decisão em assembleia e marcou nova votação para o próximo dia 3, para discutir a nova proposta de aumento salarial apresentada pelo governo estadual. Após deflagrar greve por tempo indeterminado, a categoria se reuniu nessa sexta-feira, 24, com Fabrício Marques Santos, secretário estadual de Planejamento e Gestão (Seplag), para dialogar sobre as exigências dos policiais civis. Com acréscimo de R$ 100, a nova proposta do governo estadual é de R$ 3.800 para ser implementada a partir de dezembro de 2018 como um adiantamento do reajuste salarial geral dos servidores. O valor das parcelas do retroativo dos agentes que tiveram progressão de carreira também recebeu uma proposta de aumento de R$ 1 mil do governo. Atualmente os policiais civis recebem R$ 3.062 mensais e estariam há quase um ano reivindicando o aumento de salários e o reajuste do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), afirma o Sindpol. ?Em reunião foi proposto o aumento salarial e um acréscimo no retroativo para os agentes que tiveram progressão de carreira, mas sem o recebimento das parcelas do retroativo, e foi marcada uma nova reunião com o secretário para dialogar mais a fundo sobre as questões do PCCS?, explica o vice-presidente do Sindpol, Edilto Gomes. A nova reunião com a Seplag para discutir propostas sobre o PCCS dos civis está marcada para o próximo 21 de março. Em proposta original da reivindicação, cerca de 65% dos delegados que compõem o sindicato optaram pelo aumento salarial para R$ 8 mil mensais. A justificativa da categoria seria que a quantia visa o piso do nível superior dos agentes. Em contraproposta, a Seplag anunciou que após um estudo da folha de pagamento do Poder Executivo, o aumento possível para os civis visa, por enquanto, o valor já citado. ?O governo quer resolver essa questão e tem demonstrado compromisso com os policiais civis. Quando colocamos propostas na mesa, não fazemos de forma aleatória e sim com estudos baseados, principalmente, nas contas do Estado. É importante que estejamos alinhados à realidade. Esse é o máximo que conseguimos aumentar em relação à proposta e, por isso, avaliamos que a categoria deve aceitá-la?, afirmou Fabrício Marques Santos em nota redigida pela assessoria de comunicação do órgão. *Sob supervisão da editoria de Política

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