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Novo laborat�rio de DNA deve desafogar demanda por exames

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Uma grande demanda para dar conta. Pelo menos mil exames genéticos entrarão na fila para análise no novo Laboratório de Genética Forense, no Instituto de Criminalística, centro de Maceió. São casos como de identificação de mortos em avançado estado de decomposição, investigação de estupros e vestígios encontrados em locais de crime. ?São cerca de mil exames que estão aguardando a análise como alguns para resolver problemas familiares. A pessoa só recebe a certidão de óbito, por exemplo, quando sabe que seu parente é aquele que foi identificado?, avalia Rosana Coutinho, chefe de Perícias. O trabalho da equipe segue de forma detalhada em material como ossos degradados e manchas de sangue. ?Além disso, com o laboratório de DNA, Alagoas será inserido no banco de dados nacional, que vai checar se acusados, por exemplo, respondem a crimes em outros estados?, diz Rosana Coutinho. Em entrevista à imprensa, o governador Renan Filho falou sobre os investimentos na área da segurança pública e o aumento do número de casos de homicídios nos últimos meses. ?O laboratório vai ajudar na investigação criminal de forma decisiva, sobretudo em crimes muito danosos para com a sociedade. Temos um trabalho para que se reduza a violência. Precisamos trabalhar para diminuir os homicídios, que estão acontecendo por causa da guerra entre facções criminosas que voltaram a crescer nos últimos meses?. Questionado sobre a implantação de um núcleo do Instituto de Criminalística em Arapiraca, que estaria praticamente pronto, faltando equipe administrativa para funcionar, Renan Filho diz que precisa de parcerias para entregar o prédio e seus serviços à população do Agreste alagoano. ?Ainda não está pronto, é que existia um acordo com a Prefeitura de Arapiraca para fornecer servidores, só que mudou. O novo governo não está querendo disponibilizar servidores para o IC. Agora foi postergado. Se não tiver jeito, vou buscar uma forma de contratar pelo Estado?, afirma o governador. Rosana Coutinho diz que a entrega do laboratório é um marco para a perícia alagoana, que ansiava pela implantação do serviço há mais de uma década.

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