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Senadores decidem hoje se ACM ser� investigado

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Brasília - O Conselho de Ética do Senado será instalado nesta terça-feira com a nova composição e em seguida terá de providenciar três medidas sobre o suposto envolvimento do senador Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) no caso dos grampos ilegais feitos pela Secretaria de Segurança da Bahia. A primeira é avaliar o pedido do PT de abertura de sindicância. Se for aprovado, o presidente do conselho, Juvêncio da Fonseca (PMDB-MS), deve indicar o relator. Depois, o conselho precisará decidir se iniciará investigação própria ou se guiará pelo inquérito da Polícia Federal, em andamento. Todos admitem aprovar o requerimento e escolher um relator imparcial. ?Será alguém que não esteja contra nem a favor de ACM?, diz Juvêncio. Isso exclui senadores do PT, do PFL e do PMDB, partido de algumas das vítimas do grampo. Sobram Sérgio Guerra (PSDB-PE), Jefferson Péres (PDT-AM), Geraldo Mesquita (PSB-AC) e Magno Malta (PL-ES). Falta consenso Não há consenso, porém, sobre a forma da sindicância. Juvêncio e Romeu Tuma (PFL-SP) preferem usar dados obtidos pela PF. Alegam que, por mais que o conselho se empenhe, não conseguirá concluir os trabalhos antes do fim do inquérito, aberto há três meses. Os líderes do governo, Aloizio Mercadante (PT-SP), e do PT, Tião Viana (AC), concordam. Mas Heloísa Helena (PT-AL) e outros senadores defendem uma investigação própria do conselho.

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