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Protestos Brasil afora criticam reformas

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O ato da Central Única dos Trabalhadores (CUT), na Avenida Paulista, foi batizado de 1º de maio da resistência ? em referência às lutas contra as reformas trabalhistas e da Previdência. Além disso, os discursos iniciais reforçaram o Fora Temer e a necessidade de eleições diretas. O deputado Ivan Valente (PSOL) ressaltou que esse 1º de maio será a consolidação ?de um grande movimento contra as reformas e o governo Temer?. ?A partir desse dia, vamos iniciar um processo que, provavelmente, vai resultar em outro dia de mobilização e greve geral ? antes que votem as reformas no Senado?. O também deputado Orlando Silva (PCdoB) afirmou que ?o governo tentou acelerar a aprovação das reformas porque sabia que se esperasse a greve geral e o 1º de maio o clima no País mudaria?. Silva acredita que as reformas não passaram no Senado porque 2/3 dos senadores estarão em campanha em 2018. ?Eles vão precisar do voto do povo, dos trabalhadores?, disse. O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), também foi lembrado pelos sindicalistas e políticos que se manifestaram no ato. O vereador Eduardo Suplicy (PT) afirmou que a ação de Doria que dificultou a realização do ato na Avenida Paulista foi ?parcial e sem sentido?. Em discurso, o presidente da CUT, Vagner Freitas, conclamou a militância a ocupar Brasília no dia da votação da reforma da Previdência. Freitas também falou da possibilidade de uma nova greve geral ? que deve ser definida depois de uma reunião entre as centrais sindicais no próximo dia 4.

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