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Medida enfraquece institui��es menores, diz Fiea

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O presidente da Federação das Indústrias de Alagoas (Fiea), José Carlos Lyra de Andrade, avalia que o fim do imposto sindical compulsório, que vem desde 1947, instituído na era de Getúlio Vargas, fará a diferença para as instituições de pequeno porte e será, sem dúvida, uma medida impactante. Ele defende a manutenção do imposto. ?Para as entidades de grande porte, não faz diferença. Já quando a avaliação considera as de médio e pequeno porte, como é o caso da Federação das Indústrias de Alagoas, a contribuição sindical tem grande e decisiva importância?, afirma o industrial José Carlos Lyra, ao dizer que o setor está dividido em relação à medida do governo que compõe o pacote da reforma trabalhista. ?Nesse momento o sistema indústria nacional está dividido. Metade das federações apoia a extinção da contribuição, e a outra metade defende sua manutenção. Pessoalmente, me posiciono pela manutenção da obrigatoriedade desse tributo. Nesse debate é fundamental destacar a importância do imposto sindical para manter e fortalecer a estrutura das entidades, garantindo que continuem exercendo o seu papel?, afirma José Carlos Lyra. ?FORTALECIMENTO? Sem esse recolhimento, ele argumenta, ?as entidades sindicais patronais ficam impossibilitadas de desenvolver ações e investir em representatividade, produtos e serviços. A contribuição sindical fortalece a Federação das Indústrias do Estado de Alagoas e seus sindicatos, permitindo a continuidade de suas ações em favor de seus associados e da própria sociedade?.

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