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Plano de Cargos e Carreiras do TJ segue para plen�rio na ALE

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Sem o quorum mínimo de 14 deputados para votação de projetos ? apenas 13 dos 27 deputados estavam em plenário ?, a sessão de ontem na Assembleia Legislativa Estadual (ALE) serviu de embates entre parlamentares da situação e da oposição ao governo do Estado. E o tema em discussão foi a saúde. A comissão de Administração, Segurança, Relação do Trabalho, Assuntos Municipais e Defesa do Consumidor (7ª Comissão) também confirmou a aprovação de parecer que concede reajuste salarial para integrantes do Ministério Público e o Plano de Cargos e Carreiras e Remuneração (PCCR) dos Servidores do Judiciário. ?As matérias foram aprovadas e agora cabe ao presidente da Casa, deputado Luiz Dantas (PMDB), encaminhá-las para apreciação e votação em plenário?, confirmou o deputado Isnaldo Bulhões Júnior (PMDB). Bulhões, junto com o líder do governo na ALE, deputado Ronaldo Medeiros (PMDB), também tiveram que sair em defesa do governador Renan Filho (PMDB), após duras críticas feitos pelos parlamentares da oposição, deputados Bruno Toledo (Pros) e Rodrigo Cunha (PSDB), com relação a área da saúde. ?Há falta de planejamento e organização, que não é só financeira. Os municípios estão tendo que arcar com até 25% os gastos com a saúde básica. O convênio Pró-Saúde está suspenso há um ano. Há atrasos nos convênios com as unidades hospitalares, o que tem acarretado super-lotação no Hospital Geral do Estado, onde falta até alimentação. Vejo apenas argumentações retóricas do governo, mas sem solução dos problemas. O mundo da propaganda governamental é bem diferente da realidade?, disparou Toledo. O deputado ainda afirmou que, para se chegar aos 12% de recursos determinados pela Constituição para a saúde, o governo empenhou recursos para pagamento de débitos apenas em 2018. A manifestação dele foi reforçada por aparte de Rodrigo Cunha (PSDB). O parlamentar assegurou que, até então, na prestação de contas do próprio Executivo, apenas R$ 3 milhões tinham sido gastos dos R$ 70 milhões previstos em orçamento para a área. ?Isso não é priorizar a saúde?, completou Toledo. Eles ainda citaram a falta de medicamentos para distribuição pelo Estado e de leitos que permanecem desocupados na maternidade Santa Mônica, em Maceió, por falta de investimentos.

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