Política
Caso de Alagoas � in�dito, diz delegado
O delegado Fábio Maia, também da PF, esclareceu que os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços domiciliares em Maceió. ?Desconhecemos que, no Brasil, tenha sido feita algum tipo de investigação policial nesses termos. Existem informações que isso acontece em outros lugares, mas até onde eu sei nenhuma investigação dessa natureza. Seria de certa forma inédito o que aconteceu aqui?, destaca o delegado. Em nota enviada à imprensa, o Governo do Estado afirma que vai acompanhar as investigações da Polícia Federal no curso de mestrado da Universidade Federal de Alagoas e que tomará as medidas cabíveis, caso comprovadas as supostas irregularidades envolvendo servidores estaduais. Também em nota, a assessoria de comunicação da Ufal afirma que a denúncia de favorecimento dentro do curso de mestrado em Administração Pública foi encaminhada à corregedoria. E que a Universidade se coloca à disposição da Polícia Federal, a partir de suas instâncias competentes, a colaborar no que for necessário para elucidar o caso. ?A reitora Valéria Correia, no dia 3 de Abril de 2017, encaminhou à Corregedoria Seccional da Ufal solicitação para que se investigasse as denúncias sobre irregularidades na gestão do Mestrado Profissional em Administração Pública (Profiap); A Corregedoria Seccional da Ufal, na mesma data, instaurou Investigação Preliminar, conforme previsto na Portaria nº 335 da CGU, para que fossem apuradas as denúncias veiculadas na imprensa. Vale dizer que tal procedimento administrativo é sigiloso e visa coletar elementos para subsidiar a decisão de instaurar ou não sindicância ou processo administrativo disciplinar (PAD)?, diz trecho da nota.