Política
Estudos vêm sendo feitos para viabilizar mudanças
O governo estadual demonstra estar atento ao processo de privatização na administração federal, porque acompanha a funcionalidade do que já foi privatizado, critica a privatização de setores estratégicos como a Eletrobras e demonstra querer seguir tendência de só manter sob a tutela do Executivo os setores essenciais. A ideia é passar empresas públicas deficitárias para a iniciativa privada. ?Quem viaja percebe que os serviços dos aeroportos administrados pela iniciativa privada melhoraram muito. Por uma razão simples: a iniciativa privada tem condição de administrar superior à gestão pública. O gestor de um aeroporto ou de um Centro de Convenções não tem as mesmas amarras que eu tenho como secretário de Planejamento. As amarras da burocracia inviabilizam o dia a dia de alguns setores. O setor privado tem menos burocracia. Desta maneira, na minha visão, tudo que for possível passar para a gestão privada deve ser feito?, defende o secretário Fabrício Marques dos Santos. Recentemente, o governo conseguiu aprovar na Assembleia Legislativa Estadual (ALE) o projeto de criação da empresa Alagoas S/A, que vai trabalhar com os ativos do Estado. O que se quer é rentabilizar e passar para o setor privado os ativos públicos não essenciais. Ao ser questionado quais seriam os ativos destinados à privatização, o secretário do Planejamento, Fabrício Santos, disse que há um conjunto de ativo em estudo. ?A Alagoas S/A está vinculada à Secretaria da Fazenda. O secretário George Santoro está à frente do projeto e estamos discutindo?.