Política
Oposição vê projeto com desconfiança
Os parlamentares de oposição veem com cautela a terceirização e a privatização no serviço público. Apesar de concordarem com os processos administrativos de terceirização que ganha força nos Poderes e é inspirado no modelo neoliberal, os deputados defendem que as atividades essenciais da saúde, educação e segurança pública devem continuar com a gestão pública. Também cobram transparência nos gastos com a terceirização. A maioria é contra a contratação de empresas para atividades essenciais como a que ocorre nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAS) que emprega todo o pessoal (médicos, enfermeiros e auxiliares) sem concurso público. Os contratos são feitos por Organização Social (OS) que obedece o regime da CLT (Consolidação das Leis Trabalhistas). O líder da oposição na ALE, deputado Rodrigo Cunha (PSDB), reconheceu que a Casa aprovou que os serviços das OS fossem expandidos para os setores da educação, esportes e segurança pública. ?No meu entender, este modelo de gestão é muito avançado para a forma de governar em Alagoas, que particularmente considero atrasada?.