Política
Rui alega dificuldades para execução de ações
Em entrevista à TV Gazeta de Alagoas e Rádio Gazeta AM, na manhã de ontem, o prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), fez um balanço da sua gestão neste ano marcado por meses de fortes chuvas e de crise econômica que afetou o andamento de ações planejadas para 2017. Falou ainda sobre as eleições, obras prioritárias, suspensão dos polêmicos radares eletrônicos e o impasse com o Tribunal de Contas do Estado (TCE). Citou que o grupo político que integra virá forte em 2018 e deu recado sobre aliados que conta das legendas DEM, PR, PP e do próprio PSDB para dar sustentação política. No Bom Dia Alagoas, iniciou a conversa sobre os problemas na área da saúde, como o fechamento ? mais uma vez ? do PAM Salgadinho, que suspendeu o atendimento à população para continuidade da reforma na estrutura. Sobre as eleições em 2018, questionado se entrará na disputa, o tucano disse que tem à disposição um prazo para decidir, desconversou, e em seguida falou das dificuldades financeiras com a escassez de recursos para tocar obras emergenciais. Voltou ao assunto na Rádio Gazeta e afirmou que ?em relação ao meu nome, no dia 7 de abril todos vão saber se sou ou não candidato. Esse é o prazo para renunciar à prefeitura?. ?Nosso foco foi cuidar da nossa cidade, muito castigada com as chuvas. A partir do próximo ano a gente vai refletir com muita cautela em relação a candidatura. A gente tem hoje um grupo forte com cinco partidos, certamente teremos candidatura forte ao governo e as duas vagas ao senado. A gente tem um prazo até dia 7 de abril, vamos com cautela fazer essa discussão?, disse aos jornalistas Gilvan Nunes e Liara Nogueira.