Política
Melhorar indicadores sociais é desafio para Renan em 2018
De acordo com o IBGE, Alagoas é o segundo Estado mais pobre do Brasil, com renda per capita (renda nacional dívida pelo número de habitantes) inferior a R$ 255,00/mês. O primeiro lugar é o Maranhão e o terceiro, Piauí. O governador Renan Filho (PMDB), depois de passar três anos regularizando e equilibrando a situação fiscal, fazendo investimento em segurança, saúde, educação e infraestrutura, agora quer enfrentar o maior desafio político-administrativo do Estado: melhorar os indicadores sociais. ?O foco em 2018 é reduzir a pobreza de Alagoas?, avisa. Reduzir a pobreza é sempre meta de governo, reconhece o governador que quer ampliar a geração de empregos e dar novas oportunidades para as pessoas. Quer cuidar dos mais carentes, dos moradores de grotas, daqueles que atravessam dificuldades porque perderam emprego. Considera que apesar de tudo, 2017 foi positivo porque conseguiu ampliar o diálogo com a sociedade, fez investimentos em segurança, saúde e educação. No novo ano quer mais foco da equipe, para Alagoas avançar na superação da histórica crise social. O ano foi duro e difícil para a maioria dos segmentos. Mas Alagoas está firme, garante Renan Filho ao anunciar para a Gazeta de Alagoas as principais prioridades da gestão do Estado no próximo ano. Revelou que em 2018 pretende avançar nos investimentos na saúde, educação, segurança; também em infraestrutura com ênfase no abastecimento de água, construção de novas rodovias e priorizar os investimentos para reduzir o sofrimento e a fome dos menores favorecidos. ?Cuidaremos da segurança alimentar dos mais pobres para amenizar os efeitos da crise que toma conta do Brasil. A gente precisa dar garantias a quem mais necessita de segurança alimentar?. A respeito da crise nacional, o governador destacou a necessidade do combater a pobreza. ?A gente precisa colaborar com os investimentos que auxiliam na geração de empregos. Hoje, o Estado é o maior empregador em obras públicas. São mais de quatro mil empregos diretos em obras do Estado neste momento?.