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Fecoep é visto como ‘novo imposto’

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O Fundo Estadual de Combate e Erradicação da Pobreza (Fecoep), criado em 2005 pelo governo do Estado, foi duramente criticado pelo vereador Francisco Sales (PPL) durante a sessão ordinária de ontem, na Câmara Municipal de Maceió. Discutindo na tribuna, reportagem da imprensa local sobre o fechamento de diversas empresas em Alagoas nos últimos meses, o parlamentar afirmou que ?hoje, o Fecoep é, na verdade, um novo imposto cobrado, já que as empresas destinam 1% de seu faturamento como recurso para as atividades financiadas pelo fundo?. Para Francisco Sales, se o momento é de dificuldade para o setor produtivo, ?com o Fecoep as coisas ficam ainda mais difíceis, já que os recursos poderiam ser investidos em mais atividade produtiva, na geração de emprego e renda?. O que, segundo ele, iria trazer resultados mais efetivos no combate à miséria. ?Em momentos de crise, nós temos que investir, buscar alternativas, gerar mais oportunidades e não criar ou intensificar barreiras?, afirmou. Na pauta da sessão de ontem, diversos requerimentos e indicações foram deliberados e aprovados pelos vereadores da capital. Entre eles, votados em bloco, oito de Tereza Nelma (PSDB), como requerimento que solicita audiência pública em alusão ao Dia Municipal da Síndrome de Down e Dia Municipal da Síndrome do Espectro Austista (TEA).

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