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PF quer evitar uso eleitoral de programas sociais

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O novo superintendente regional da Polícia Federal em Alagoas, delegado Rolando Alexandre de Souza, assumiu o cargo na semana que passou e tem pela frente um desafio: o combate à corrupção. Em ano eleitoral, o trabalho terá como foco o pleito 2018 e será voltado principalmente para o controle dos recursos repassados pela União, para serem aplicados em programas federais nas mais diversas áreas. É para eles, neste momento, que a PF vai mirar o trabalho de investigação com a missão de tentar impedir a malversação do dinheiro público para fins eleitoreiros. A preocupação da Polícia Federal, como revela o superintendente, é com o dinheiro de emendas parlamentares que chega a Alagoas. ?Isso é uma preocupação grande nossa. Saber se realmente esse recurso está indo para onde deve, com os convênios. E nessa parte que cabe à Polícia Federal é a investigação. Claro que outras virão. A formatação ainda não está fechada?, ele diz, referindo-se ao trabalho que será realizado em parceria com o Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE/AL), Ministério Público Estadual e Federal, Controladoria-Geral da União (CGU), Receita Federal e Justiça. As primeiras reuniões entre o superintendente e os dirigentes dos órgãos que integram a rede de combate à corrupção já ocorreram e o trabalho começa a tomar forma. ?Cada um terá seu papel dentro de suas atribuições neste trabalho em conjunto?, afirma o delegado federal Rolando de Souza, ao informar que no encontro com o presidente do TRE, José Carlos Malta, e desembargadores do Tribunal, o objetivo inicial foi ?tomar pé? sobre a situação das eleições deste ano.

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