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Governo oferece 10% de reajuste a militares

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Militares e o governo do Estado avançaram nas negociações quanto ao reajuste salarial da categoria. Após reunião durante toda a tarde de sexta-feira, 13, o Estado ofereceu reajuste de 10% dividido em quatro vezes, sendo 4% em 2019 e 2% nos anos seguintes. Os militares levarão a proposta para votação na assembleia da categoria, o que deve ocorrer na próxima terça-feira, 17. Até lá, os militares decidiram manter a operação-padrão. Enquanto a reunião acontecia, dezenas de militares estiveram presentes em frente à Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) para aguardar o desfecho do encontro entre as associações dos oficiais e do governo do Estado. Durante a tarde de sexta-feira, os representantes dos militares de Alagoas se reuniram na sede da Seplag juntamente com o secretário Fabrício Marques e o secretário de Segurança Pública, coronel Lima Júnior, para apresentar as exigências dos policiais à cúpula do Estado, que tinham por objetivo tentar pôr fim à operação-padrão ? que foi deflagrada na última quarta-feira, 11, pelos militares para que o Estado atendesse a uma série de exigências da categoria. Momentos antes do início da reunião, a Rua Barão de Penedo, no Centro, foi interditada devido à presença dos oficiais em vigília. Em frente à Seplag, uma tenda havia sido montada juntamente com a presença de faixas e de carro de som. Na ocasião, o coronel Cláudio, presidente da Associação dos Oficiais Militares de Alagoas (Assomal), revelou otimismo em relação às negociações que estavam prestes a ser discutidas com o governo. ?Estamos confiantes, sim, com o que vai ser apresentado, independentemente da fala do governador sobre a impossibilidade de conceder os 10% de aumento. Vamos em frente?, contou, e em seguida afirmou que a operação-padrão seria mantida caso o acordo com o governo fosse negado em assembleia geral da categoria. No momento em que chegou ao local para participar da reunião, o coronel Lima Júnior afirmou que o aquartelamento, que havia sido anunciado pelos militares, não seria bom para ninguém. ?Acreditamos que iremos contornar a situação porque existe um esforço conjunto. O aquartelamento é uma medida extrema?, disse o secretário. * Sob supervisão da editoria de Política

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